Canoa Havaiana

abril 11th, 2012

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Nessa páscoa fiz um coisa que estava para fazer havia muito tempo: dar um volta de canoa havaiana. Aliás não é apenas uma volta, é um belo exercício físico. Vários amigos meus entraram nessa onda e estavam me deixando com vontade. Até que os astros se alinharam e pude aceitar o convite da minha amiga Renata Klenner.

E então aproveitei pra fazer um teste com minha Go Pro, que adquiri recentemente.
Ela foi desenvolvida para esportes radicais, então em prol da portabilidade e facilidade de uso, ela tem poucos recursos. É tudo automático. Nem visor ela tem. Então o que vale é a ação. E o que não faltou foi ação.
Fica tudo meio parecido com lomografia: “Não pense, apenas fotografe!” E foi o que fiz.

Saímos da ponta da praia fomos até a praia Sangava.
O resultado ficou divertido, com direito até a naufrágio.

E pra sonorizar o vídeo escolhi músicas a dedo. A primeira é tocada por uma banda que fiquei fã recentemente. Chama-se Walking Off The Earth. Eles são fantásticos. Postam várias gravações no Youtube. Seus covers são geniais.
A segunda foi de uma coletânea sensacional que faz parte de um documentário sobre a origem do Reggae: Rocksteady The Roots Of Reggae.
Rocksteady é um dos estilos musicais mais legais do planeta. Amy Wine House estava indo por esse caminho, e parece que a gravadora não apoiava muito.
Eu achei que as duas tem todo o clima do mar.
A última música foi pedido da Renata: uma versão já bem conhecida da música “Somewhere Over The Rainbow” interpretada pelo Havaiano Israel Kamakawiwo’ole.

Pra completar a festa ainda foi o dia do aniversário da minha velha amiga Giulia. Bem, não tão velha, já que ela estava fazendo 12 anos.

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Café Central, Janeiro de 2012

janeiro 12th, 2012

Primeiro fim de semana do ano no Café Central. Fiz uma sessão de fotos na sexta e outra no sábado. Eles estavam precisando de umas fotos mais atuais e me chamaram.
O ano lá começou bem: casa cheia e muita gente sorrindo! Isso é que é bonito…e facilita meu trabalho.

A única coisa ruim é que sexta feira não teve show d’O Bando por causa do falecimento da mãe do Johnny, que é o baixista da banda. Em luto a banda resolveu não tocar sem ele.
Eu perdi meu pai faz seis meses e sei o que meu amigo está passando. Mas são coisas da vida. E sei que ele vai dar a volta por cima, ainda mais sendo o cara querido e cheio de amigos que é.

Sábado, a noite rolou sem imprevistos. Gix abrindo e General Tequila fechando. Santos realmente está muito bem servida de bandas. Quem não acredita apareça um dia e confira com os próprios olhos e ouvidos.

Acabei fotografando muito. Não sei se é bom o ruim, sei que é assim que tenho feito. Algumas fotos saíram desfocadas, mas as mantive porque achei que as cenas que retratavam eram legais. O momento não espera o fotografo, não adianta.
E como as fotos são coisas de momento, eu gosto de fazer um slideshow com as fotos na ordem que foram tiradas. Acho que consigo mostrar melhor o clima, sendo que algumas fotos fazem mais sentido em grupo. Acho que também já falei isso em outro post.
Pra trilha sonora escolhi duas músicas que gosto muito e uma terceira que ouvi ontem e achei sensacional. As duas primeiras são ”Deixa Rolar” do Maurício Manieri e “É Proibido” do Ultramem. A última é “Presença” do Skank. Três músicas que achei que tem a cara desse final de semana. Pelo menos foi assim que senti.

O Café Central é o lugar que eu sempre vou quando não trabalho. Então nada melhor quando me chamam pra trabalhar lá.
Foi assim meu primeiro fim de semana do ano: com o pé direito.

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Estraga Ceia Badovic 2011

dezembro 27th, 2011

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Esse ano tive mais uma vez o prazer de participar do natal do Badovic.
Esse evento já virou tradição em Santos. Acabou ficando conhecido informalmente como Estraga Ceia. O motivo um tanto óbvio: difícil chegar com energia à meia noite começando a comemoração as 4 da tarde.

Como o bar é pequeno, foram colocados vários pontos de venda de bebida espalhados pela rua.
Eu fui responsável pelas fotos e pelo som.
Achei que a melhor coisa era começar com um som suave. Afinal é natal. Ledo engano. Logo vieram me pedir pra tocar carnaval.
O que pensando bem não é nenhum erro.

O natal é uma data que comemora o solstício de inverno no Hemisfério norte. Por isso a escolha arbitrária para ser o dia do nascimento de Jesus. Nascimento e não enterro. Então nada de errado em animar a festa.

É o dia que o sol está mais ao sul do equador. A partir daí as noites começam a ficar mais curtas. Ou seja, é o dia em que a luz começa a vencer as trevas.
É muito importante conhecer essas datas para saber quando plantar e colher.

O Equinócio é o dia em que as noites e os dias tem a mesma duração. E a partir do equinócio de primavera os dias começam a ficar mais longos que as noites. Não é atoa que se comemora a páscoa.

Nós aqui no hemisfério sul estamos no solstício de verão. Nosso solstício de inverno é em junho. Mas tudo bem, vale pra comemorar a chegada do verão.

O dia estava meio nublado, o que acabou facilitando para fotografar. Dias nublados deixam a luz mais difusa, fazendo menos sobras nos rostos das pessoas. Fotografar eventos ao ar livre em dias de muito sol é um tormento. Tem que estar muito atento no movimento do sol.

Fiquei a maior parte do tempo em cima da caixa de som com minha lente 70-200. É um belo zoom, que permite fotografar as pessoas de longe sem que elas percebam. Assim pego as pessoas bem ao natural.

Além das fotos também fiz um Timelapse. Para quem não sabe é um vídeo feito com muitas fotos. Deixei uma câmera fotografando sem parar em intervalos regulares e depois juntei todas em sequencia. Foram mais de 2 mil fotos.

O resultado é esse:

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Café Central – sábado, 6 de agosto de 2011

agosto 12th, 2011

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Mais uma noite legal no Café Central que a Karen me convidou para cobrir.
Além de ver os ótimos shows das bandas Mecamika e General Tequila, dessa vez ainda tive o prazer de encontrar amigos queridos da minha época da faculdade de Arquitetura que estavam fazendo uma reunião.
Antes da noite começar liguei algumas luzes para iluminar o palco.  Gosto de captar a luz ambiente. Só assim é possível transmitir nas fotos o clima que estava o lugar. Mas se estiver escuro demais fica muito difícil. Aí não tem jeito, sairá na foto basicamente a luz do flash.

Mesmo com as luzes que liguei não deu pra fotografar com um ISO baixo. A minha Canon 60d tem uma qualidade legal mesmo como ISO alto. Então é comum eu usar 3220 ou 4000 em lugares com pouca luz.
Mas dessa vez aconteceu o inesperado: um duende mudou meu ISO para os, até pouco tempo incríveis, 12800. Nunca tinha feito um evento com ISO tão alto.

Ainda bem que foi nas últimas fotos. Você exige pouco do flash, mas suas fotos enchem de ruídos e granulações.

Mas no fim das contas, até que gostei do resultado. Tem fotos que fazem mais sentido sujas mesmo.  Sujas e sem pose. Gosto de captar o movimento das pessoas e seus sorrisos verdadeiros. Não tem jeito: parou pra fazer pose, fica falso.

Sorriso verdadeiro não é só com a boca. É também com os olhos, com as bochechas e com o corpo todo.

Sorriso de miss não dá.

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Dj André Torquato no Lions Nightclub

março 27th, 2011

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Outro dia fui fotografar meu grande amigo André Torquato em um de seus trabalhos. Ele foi convidado pra “djeizar” no club Lions. O André é o DJ e produtor musical com mais bom gosto que conheço. Você pode ouvir alguma de suas produções aqui.

O trabalho de DJ não é tão fácil como parece. E deve parecer muito fácil mesmo, pois toda celebridade que não sabe o que fazer da vida resolve virar DJ. Porém não são poucos os que quebram a cara quando percebem que manter uma pista cheia requer muita experiência. Haja vista as histórias que circulam por aí sobre Jesus Luz. Reza a lenda que ele esvaziava a pista rapidinho com suas viradas pré gravadas.
Não dá pra antecipar tudo que vai acontecer na noite. Se fosse possível, não seria preciso um profissional só pra escolher o que vai tocar a cada momento.

É aquela história, nem toda música que se adora no carro funciona no club. Tem que tentar, experimentar, arriscar. Às vezes dá errado e tem que ter cartas na manga. E se parte do repertório é autoral a coisa complica ainda mais.

E Torquato nessa noite foi impecável!
Abriu a noite  com um som suave e sofisticado e foi criando o clima para as pessoas irem se aquecendo. Quando entregou a bastão a pista já estava redondinha.

O Lions é uma casas das mais legais mais de São Paulo. Ele fica em um antigo apartamento no primeiro andar de um prédio na Av. Brigadeiro Luiz Antonio. Acho que eles mantiveram boa parte de decoração original. Pelo menos é o que parece. A cabine de Dj é a mais sui generis que já vi: dentro dela tem dois pássaros empalhados.
Mas o que é mais legal de tudo é a enorme varanda com vista para a cúpula da Catedral da Sé. Fiz algumas fotos  que dá pra dar uma boa idéia. Eu, como arquiteto,  não poderia ficar indiferente.
O lugar parece cenário dos filmes de Nelson Rodrigues: meio chique, meio kitsch. Aliás, meus amigos da banda Mekanica estão gravando seu novo clipe lá. Boa escolha.

É isso: se alguém precisar de DJs, fotógrafos, som, luz, música ao vivo ou coisas parecidas, grita que a gente atende. Ou entre no site.

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Aniversário de Constanza Hummel no Bikkini Barista

fevereiro 24th, 2011

183549_202777843068705_100000094714801_844074_7395902_n Nesse sábado fotografei o aniversário da minha grande amiga Constanza Hummel no Bikkini Barista. A casa é certamente umas das mais bonitas de Santos.

Para quem não conhece, fica na rua XV de Novembro no centro Histórico. É um antigo casarão que foi inteiramente reconstruído, só mantendo a fachada.

Já tive a oportunidade de tocar na casa como DJ. Além do equipamento de som  ser muito bom, a casa tem uma boa acústica também. Infelizmente coisa rara na cidade. Em discoteca é necessário apenas que se abafe o som. Diferente de um teatro que tem que projetar o som para a platéia.

Em casas noturnas onde o som é absorvido pelas paredes, não fica aquela reverberação que causa uma enorme fadiga auditiva onde se perde a inteligibilidade. É possível conversar até com o som tocando alto. Por outro lado, tem bares por aí que são extremamente desconfortáveis apenas com as pessoas falando.

A noite foi ótima. E não tinha como não ser: música boa e amigos queridos. Selecionei algumas fotos pra mostrar.

É isso: quem precisar de DJs, fotógrafos, equipamentos de som e luz, música ao vivo, etc e etc e etc, grita que a gente atende.

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Festa de Ano Novo 2011 no Clube dos Ingleses

fevereiro 17th, 2011

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Mais uma vez tive a honra de participar da tradicional festa de ano novo do Clube dos Ingleses em Santos.
É uma festa organizada por Eduardo Caldeira há muitos anos. Pra quem não o conhece, ele é um grande agitador cultural, que entre outras coisas, foi dono das melhores casas noturnas da Cidade: Reciclagem, Bar da Praia e Barnabé.

Nessa última foi onde eu praticamente comecei minha vida profissional. Sinto até hoje saudade daquela época e enorme gratidão. Quem freqüentou sabe do que estou falando.

Certa feita, quando havia uma fila do lado de fora, maior do que a casa comportava, Caldeira fez a gentileza de servir uma rodada de chope para todos, para que a espera fosse menos cansativa. É por essa e por outras que aquele lugar era especial e fez história. É assim que se conquista clientes.

E naquela época fiz muitos amigos que me acompanham até hoje nas apresentações que faço pela cidade. Tocando ou “djeizando”

Voltando.
Desde sempre primando pela qualidade dos artistas com quem trabalha, esse ano não foi diferente. Para a festa chamou as bandas Carlos Bronson e Musirama. Combinação perfeita. Os repertórios das duas se complementaram perfeitamente

Dessa vez, além de ser o DJ, montei todo som e luz da festa. Não foi fácil, não. Uma data especial como essa causa muita ansiedade em muita gente. As pessoas se programam durante dias. As expectativas sempre são as maiores. E conseguir atendê-las não é fácil. Mas no final deu tudo certo. Os objetivos foram atingidos: música boa, cerveja gelada, casa lotada e gente dançando feliz.

Fiz algumas fotos enquanto as bandas tocavam. Dá pra sentir o clima da noite esquentando enquanto as horas passavam. Musirama entrou primeiro com algum espaço vazio no salão. Quando eles pararam já estavam todos no clima e a casa lotada. Quando Carlos Bronson assumiu foi só alegria.

As fotos não me deixam mentir. Infelizmente não saí muito de perto do palco. Mas mesmo assim dá para ter uma boa idéia de como foi  o evento. Queria ter fotografado mais gente. Fica pra outra hora.

É isso, quem precisar de som, luz, foto e música ao vivo grita que a gente atende.

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Corrida de Canoa Havaiana de Santos

fevereiro 12th, 2011

Corrida de canoa havaiana em SantosNesse último dia trinta de janeiro trabalhei na maior corrida de canoa havaiana do mundo.

Um evento de grandes proporções. Tanto para os competidores quanto para os organizadores.

A sete horas da manhã já estávamos com tudo ligado e fazendo a trilha sonora do evento.

Os competidores teriam 78 km pela frente. A competição começa e termina na praia de Santos, próximo ao canal cinco, depois de ter dado a volta em toda ilha de Santo Amaro. Pra quem não sabe é onde se encontra o município de Guarujá. Só de pensar já cansa. E cansado eu já estava mesmo.

Eu vinha de outro evento que havia terminado às 4:30h e estava lá tocando Rock’n’roll tão cedo com toda aquela claridade na cara sem ter dormido. O Rock foi pedido do Marcão da Agência Urbana. Ele queria uma coisa forte pra animar os canoístas. Pra enfrentar todo aquele esforço que viria a seguir não podia colocar ninguém pra baixo.

Acabei me contagiando por todo aquele clima e toda a  adrenalina, que me esqueci do sono.

O bom é que a essa hora da manhã a luz é excelente pra fotografar. Ainda mais com o presente de São Pedro: um sol de rachar. Bem, não sei se todos pensaram assim. Imagino que os remadores se sentiriam melhor em clima mais ameno.

A prova durou pouco mais de seis horas. E nesse tempo fui encarregado de informar pelo microfone as noticias que chegavam pelo rádio. E eu que achei que daria pra dar uma dormindinha.

Bem, a seguir estão as fotos de mais esse evento. Do evento e do pré-evento realizado no dia anterior, onde foram combinadas todas as regras.

É isso: precisando de fotógrafos, equipamentos de som e luz e DJs, grita que a gente atende: contato@straubstudio.com

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Taboo Club e Yellow Village dia 28 de Janeiro de 2011

fevereiro 3rd, 2011

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Dando continuidade ao post anterior, agora mostro as fotos tiradas na Taboo e na Yellow na última sexta-feira de janeiro de 2011.
A noite foi parecida com a segunda feira, no entanto achei um pouco mais trabalhoso. Fotos sociais nem sempre são fáceis de fazer. O fotógrafo tem que circular por todo ambiente atrás de uma cena interessante e sem ser notado. Nem sempre isso é possível. Isso para o tipo de foto que eu gosto de fazer, é claro. Não vejo muita graça em fotos posadas. Também são importantes, mas a graça está em pegar as pessoas de surpresa. Acho que só assim se consegue mostrar o verdadeiro clima do lugar
O difícil é conseguir uma foto boa com apenas um click. .

O problema é que na balada a luz é muito fraca. Às vezes achar o foco vira um martírio.
Mas no final acho que deu pra fazer um bom trabalho.

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Taboo Club e Yellow Village dia 24 de Janeiro de 2011

fevereiro 3rd, 2011

Yellow Village - Taboo Club - 23-01-2011

No final de janeiro me chamaram pra fotografar duas casas bem legais no Guarujá:  Taboo Club Yellow Village.
Pra quem não conhece elas ficam na praia de Pernambuco agregadas ao Hotel Jequitimar.
Fazia um tempo que não aparecia por lá. Já fiz alguns trabalhos de áudio na Taboo e tive o prazer de tocar na inauguração da Yellow. Foi na festa de reveillon. Montei uma banda por encomenda para o Mario Levi, que é um dos proprietários. Ele queria uma coisa bem brasileira e bem balançada. A referencia que ele deu foi o Tim Maia. Eu tocava na Fog (que no momento está hibernando) um repertório basicamente de rock. Então chamei o Max para fazer os vocais dentro da banda. Encaixou perfeitamente. Tocamos Tim Maia, Claudio Zoli, Berimbrown, Jorge Ben e mais um monte de coisa funkeada brasileira. Foi legal e todo mundo gostou.
Mas treino é treino e jogo é jogo. Não dá pra saber por antecipação a jogada dos outros.
No final, quando já tinha acabado todo o repertório que ensaiamos com o Max, tinha gente pedindo mais. Virei pra banda e falei: vamos ter que repetir música. Foi quando umas meninas na mesa do Mario gritaram: “Toca Ramones!”. Pra que?!?!?!?! Não precisa pedir de novo.
Rock’n’roll até acabar a noite. E foi com satisfação que dei o braço a torcer para meu amigo Polengo que acompanhava a gente. Ele ficou a noite inteira pedindo pra gente tocar o repertório de rock também.

Bem, depois daquela noite a casa seguiu outro caminho e passou a trabalhar apenas com DJs. Será que a gente assustou todo mundo? Humm….
Ficou parecida com a Taboo, que fica no pavimento inferior.

As casas continuam lindas e com um público legal. As fotos estão aí pra não me deixar mentir.

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